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3 de outubro de 2012



E o amor evolui, amor que é amor, não acaba. Não morre. É eterno… 
Cresce sem parar, mesmo com todos os obstáculos e distância que possam existir. E eu, mesmo não sabendo o que me cresce no peito, peço para que fiques comigo, que não me deixes, nem me esqueças, porque, a ti, apenas bastou olhares para mim, para que todos os sentimentos, que se escondiam num canto cheios de medo, se mostrassem, se perdessem, comigo, na profundidade do teu olhar. No silêncio  e no desejo de realizar o impossível, contigo. E nunca duvides do quanto de ti levo dentro de mim. Porque não preciso olhar mais para o mundo para saber que és bem mais do que uma pessoa no meio da multidão. Para perceber que nem a eternidade chega para nós. Porque contigo, alcanço todas as estrelas do céu. Toco nelas e fico por lá, sempre que penso em ti. E, nesse momento, nem a saudade irá fazer-me fraquejar. Nem a distância e a incerteza de quando nos voltaremos a encontrar, o desejo de te beijar a testa e dizer o quanto gosto de ti, enquanto caiu nos teus braços.  sinto que metade de ti partiu e que outra ficou comigo. E são estas saudades que me fazem ficar contigo. Permanecer do teu lado para que as saudades de um passado nosso, se transformem em saudades de um futuro que ainda não vivemos. Porque como eu disse, nem a eternidade chega para nós. E olha, o meu coração está a cantar para ti. Canta-te um gosto de ti ao ouvido e um volta rápido num grito mudo, para que nem o tempo nos apague. Que nem a espera nos enfraqueça. Porque acredita: tu és a minha força. Tu… E este sentimento que nutro em mim. Tu… Nós!

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